Pep Guardiola surpreendeu tudo e todos ao tomar posição sobre o genocídio dos palestinianos, comprovando que o futebol britânico é muito mais do que a bola a rolar e os milhões.
A veemência cristalina da condenação de Israel, bem como da cumplicidade da comunidade internacional, captaram a atenção de todos os Media internacionais de referência.
O treinador do Manchester City abalou as consciências do futebol europeu, vincando ainda mais a promiscuidade das autoridades da UEFA e o embaraço do próprio primeiro-ministro Keir Starmer.
A dimensão do futebol britânico também ficou assinalada por outras declarações desassombradas sobre a imigração de Jim Ratcliffe, o patrão do Manchester United.
Em Portugal, o debate no futebol está tragicamente cingido aos pequenos truques de André Villas-Boas, magistralmente rotulados por Joaquim Rita.
O constante panegírico de Cristiano Ronaldo, rendido aos milhões do ditador da Arábia Saudita, suspeito de mandar assassinar o jornalista Jamal Khashoggi, é a cereja em cima do bolo da pequenez dos agentes desportivos nacionais.
O pulsar da cidadania favorece a grandiosidade do desporto-rei, dentro e fora das quatro linhas, corroborando a gritante diferença entre o futebol britânico e português.
Aliás, não é certamente por acaso que Portugal mantém a prossecução de uma política externa rasteira, sob a liderança de Paulo Rangel, Luís Montenegro e Marcelo Rebelo de Sousa, com o Ámen da União Europeia.

.jpg)












.jpg)








Sem comentários:
Enviar um comentário