segunda-feira, 9 de março de 2026
SOU LIVRE
segunda-feira, 2 de março de 2026
CAÍRAM AS MÁSCARAS
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026
RAPOSA OU CORDEIRO?
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026
DENTRO E FORA DAS QUATRO LINHAS
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026
MUDANÇA EM MARCHA
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026
NÃO HÁ BOA E MÁ DESINFORMAÇÃO
segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
PRESIDENCIAIS: DIGNIDADE E HUMANISMO
O governo inicia e gere o dia-a-dia da política externa (negociações, acordos, implementação), enquanto o presidente da República aprova, representa e supervisiona, garantindo os princípios constitucionais.
Os dois candidatos presidenciais não podem ficar escondidos, tal como o têm feito Paulo Rangel, Luís Montenegro e Marcelo Rebelo de Sousa, com a cumplicidade generalizada dos Media.
António José Seguro e André Ventura têm de dizer ao que vêm: é para manter a política externa que tem envergonhado Portugal?
Face à duplicidade de critérios em relação à tensão que está a assolar as relações internacionais – Irão, Gronelândia, Palestina e Ucrânia, entre outros –, ambos os candidatos devem ser claros.
António José Seguro não pode arriscar qualquer confusão com as posições bárbaras e belicistas já assumidas por André Ventura, pois seria um trágico convite a abstenção da esquerda e da direita que se identificam com os valores universais.
O escrutínio de cada candidato, antes de 8 de Fevereiro, é também fundamental para afastar qualquer possibilidade de ocorrer em Portugal o que se está a passar do outro lado do Atlântico.
É preciso recordar que o posicionamento musculado anunciado por Donald Trump, por exemplo na imigração, derrapou na matança levada a cabo pelo ICE (Immigration and Customs Enforcement) nos Estados Unidos da América.
No tempo das armas e do dinheiro, o exemplo de Espanha, mesmo aqui ao lado, pode ser inspirador para renovar o posicionamento de Portugal no Mundo.
Para miséria já chega o que se passa cá dentro – caos no SNS, alunos sem professores, justiça de terceiro mundo, etc. – não havendo interesse nacional a nível externo que justifique a perda do que ainda resta aos portugueses: dignidade e humanismo.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2026
MASCARADOS
segunda-feira, 12 de janeiro de 2026
COVEIROS DA CULTURA EUROPEIA
segunda-feira, 5 de janeiro de 2026
FALA DA PAZ E FAZ A GUERRA
segunda-feira, 29 de dezembro de 2025
PORTUGAL MERECE MAIS E MELHOR
O final do ano de 2025 não é de boa memória.
segunda-feira, 22 de dezembro de 2025
MUNDO LIDERADO POR ASSASSINOS E LADRÕES
Anda há quem fique chocado com a guerra, o genocídio, a fome, o abandono dos mais idosos e das crianças, a violência doméstica, a falta de socorro e cuidados de saúde e a desigualdade gritante.
É evidente que são uma minoria, à luz do que nos rodeia.
Em plena época natalícia, a matança continua em Gaza e noutras latitudes, sustentada pela mais cruel indiferença e vil corrupção, uma porta sempre aberta para mais e mais negócios de armas.
Não é de admirar, portanto, a percepção do Mundo liderado por assassinos e ladrões, com as mãos cobertas de sangue, que tudo fazem, ou deixam fazer, por uns tostões, perdão, milhões, de um e do outro lado do Atlântico.
Em Portugal, o número dos sem-abrigo voltou a crescer.
A 31 de dezembro de 2024 havia 14.476 pessoas em situação de sem-abrigo, o que representa um aumento de 1.348 pessoas (cerca de 10%) em relação a 2023.
A evolução histórica desfaz quaisquer dúvidas: o número triplicou em menos de uma década nesta espécie de “economia de sucesso”.
Não é de admirar, portanto, a percepção de que Portugal continua a ser liderado por um governo falhado, por políticas no papel que não passam de marketing, por governantes que não têm um pingo de consciência social e humanitária.
Luís Montenegro e os seus ministros fazem de conta sobre a realidade portuguesa, tal e qual como em relação à da Palestina, enquanto compram armas a párias e a terroristas e mantêm o silêncio em relação à perseguição soez aos juízes internacionais.
Os governantes de Portugal fazem o melhor que podem e sabem, dirão
os seus apoiantes, mas não se podem admirar de serem comparados, justa ou injustamente,
aos assassinos e ladrões que lideram o Mundo.

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