segunda-feira, 28 de setembro de 2026
MAIS UNS TROCOS
segunda-feira, 21 de setembro de 2026
COISAS ESTRANHAS
segunda-feira, 14 de setembro de 2026
NAZA: SELVAJARIA DEPOIS DE ELEIÇÕES
segunda-feira, 7 de setembro de 2026
PESADELO DOS EUROPEUS
segunda-feira, 31 de agosto de 2026
DEMOCRACIA DO LAMAÇAL
segunda-feira, 24 de agosto de 2026
CIVIS ASSASSINADOS: OS BONS E OS MAUS
segunda-feira, 17 de agosto de 2026
BOA SORTE, PORTUGAL
segunda-feira, 10 de agosto de 2026
FARSA E RESPONSABILIZAÇÃO
segunda-feira, 3 de agosto de 2026
MINUTO FATAL
Conferência de imprensa: Luís Neves.
Dia: 29 de Julho de 2026.
Hora: 18h38m
«Temos vindo a destruir muito material apreendido, praticamente,
muitas vezes pro bono pelas relações que temos com as empresas que destroem sobretudo
a droga, o tabaco e outros materiais face a relação que a PJ tem com estas empresas».
Foi o minuto fatal de Luís Neves, cuja declaração curiosamente
não foi sublinhada pelos Media e demais analistas políticos, à excepção honrosa
de Miguel Morgado na SIC Notícias.
É muito mais do que o atrelado (galera) em Barcelos, é a dúvida
definitivamente instalada em Portugal: por que razão empresas privadas prestam
serviços ao Estado sem cobrar?
A sinceridade do ministro da Administração Interna (lapso?)
vai fazer correr rios de tinta na comissão parlamentar de inquérito, já anunciada
por André Ventura.
Se não é possível concluir por um qualquer indício de potencial
desvio e corrupção, tão-pouco é admissível invocar o património declarado de
Luís Neves como um atestado de boas práticas.
Até agora, a imagem do passado do alto funcionário de Estado serviu
como garantia para integrar o XXV governo constitucional.
Hoje, e depois das revelações, é matéria que obriga o cidadão
a no mínimo mudar a forma como o encara a si e à sua actividade profissional e ministerial.
Afinal, tudo velho, pois foi assim com o ex-presidente
Marcelo Rebelo de Sousa (gémeas) e com o actual PM, Luís Montenegro
(SPINUMVIVA), entre outros.
Com uma diferença de monta: a sociedade acreditava que ainda havia
pessoas e instituições capazes de tentar repor a verdade e a legalidade, hoje
assiste com apreensão ao progressivo cair de braços generalizado.
segunda-feira, 27 de julho de 2026
GRANDE INVESTIGAÇÃO
segunda-feira, 20 de julho de 2026
ANDY BURNHAM, HILLSBOROUGH E O CHORADINHO
segunda-feira, 13 de julho de 2026
GOVERNO, MINISTROS E MEDIA
À medida que se aproxima a negociação do Orçamento do Estado para 2027, Luís Montenegro provoca a oposição com arrogâncias, medidas precipitadas e omissões inexplicáveis.
A sucessão de erros, atropelos e trapalhadas,
mesmo dos ministros com melhor performance, tem sido temperada por outras decisões
infantis.
O exemplo mais flagrante é a Educação,
com uma reforma, mais uma, a esbarrar na incúria do ministro da tutela,
lançando centenas de milhares de alunos e famílias na incerteza.
Nas Infraestruturas, é o
faz-de-conta na habitação, comprometendo a imagem conquistada de acção e competência.
Por último, e para espanto geral,
o incensado ministro da Administração Interna surge agora envolvido em ameaças
politicamente alarves ao Chega e num caso de favorecimento de um amigo
empreiteiro.
Fernando Alexandre, Miguel Pinto
Luz e Luís Neves são o espelho de ministros em queda, acentuando ainda mais a
parte do Executivo que se tem destacado pela ausência ou pela criminosa
geometria variável.
Um ano e dois meses depois das
últimas legislativas, o XXV governo constitucional surge desgastado, sem vislumbre
de mobilização, nem mesmo da sua base de apoio.
Objectivamente, o critério
errático de António José Seguro agrava ainda mais a tensão social e política.
Não passa pela cabeça de nenhum
português a realização de eleições antecipadas, mas a corrida em direcção ao
abismo, o desnorte da Comissão Europeia e a guerra à vista podem gerar uma
instabilidade imprevisível.
Afinal, o alinhamento dos espaços
informativos televisivos em prime time, com base em milhões alegadamente
desinteressados, já não é há muito tempo o factor determinante para avaliar a
governação.

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