Presidentes e primeiros-ministros estrangeiros, Media e organizações
de referência internacional, todos têm lançado apelos lancinantes para estancar
a continuação do genocídio em Gaza e os ataques selváticos na Cisjordânia.
Em Portugal, o silêncio é tumular, juntando representantes
dos órgãos de soberania, os líderes dos partidos políticos e as direcções de
informação das televisões generalistas.
Do canal público (RTP) aos privados (SIC e TVI), dos partidos
de esquerda à direita, as notícias sobre a matança imposta por Israel na
Palestina desapareceram subitamente do horário nobre nos últimos tempos.
Até os apelos pungentes de António Guterres são ignorados,
revelando uma concertação que só pode ser muito mais do que um acaso, estando mesmo
em equação uma omertà criminosa.
O artigo 37º da Constituição da República Portuguesa
estabelece que a liberdade de expressão e de informação não pode ser limitada
por qualquer tipo ou forma de censura.
Anda assim como se chega a este sincronismo tenebroso num
ambiente de alegada pluralidade de órgãos de informação e partidos políticos?
Em vigor a partir de hoje, 27 de Julho, a Lei n.º 5-A/2026
visa regular a atividade de lobby em Portugal, garantindo transparência nas
interações entre entidades privadas, nacionais ou estrangeiras, e entidades
públicas.
Só com uma grande investigação será possível deslindar se
estamos perante a corrupção generalizada para garantir que os portugueses
fiquem alheados da realidade que tem chocado os cidadãos de todo o planeta.

.jpg)












.jpg)







