segunda-feira, 13 de abril de 2026

NÃO BASTA REZAR, É PRECISO AGIR

 

As intervenções do Papa Leão XIV e de representantes da cúpula da Igreja, incluindo os norte-americanos, conferem ao Vaticano a liderança mundial pela paz.

Os cardeais Robert McElroy, Pietro Parolin, Pierbattista Pizzaball e Paul Coakley (presidente da Conferência dos bispos dos Estados Unidos da América) são alguns dos exemplos mais proeminentes.

A intervenção tem sido firme, com uma assertividade pouco habitual, que traduz a gravidade da conjuntura, tendo já provocado uma reacção desesperada de Donald Trump.

A Vigília pela Paz, presidida pelo Papa Leão XIV, no passado dia 11 de Abril, na Basílica de São Pedro, em Roma, representou um apelo inequívoco aos católicos.

Não basta rezar, é preciso agir, concluíram, num gesto que traduz o imperativo inalienável da dimensão humana e social.

A Igreja portuguesa continua vergada a uma política externa pequenina, rasteira e canina, mais preocupada com os seus assuntos de Estado do que estar inequivocamente ao lado da paz mundial.

À excepção de Pedro Sánchez, os líderes europeus afundam no pântano da ilegalidade, do genocídio e da matança no Médio Oriente, numa cumplicidade abjecta com Israel e os Estados Unidos da América.

A União Europeia, liderada por Ursula Von der Leyen, é um espectro assustador que não está à altura da vitória esmagadora de Péter Magyar, na Hungria.

Não há liberdade na Europa, enquanto os negócios de Estado estão objectivamente do lado das armas, dos facínoras e da guerra.

segunda-feira, 6 de abril de 2026

AFRONTA AOS CATÓLICOS PORTUGUESES




«A morte e a dor causadas por estas guerras são um escândalo para toda a família humana e um grito que se eleva a Deus!».

Esta é uma das muitas declarações de Leão XIV, insistindo na paz, na dignidade e na humanidade, a propósito da devastação em Beirute, Cartum, Gaza e Teerão.

O líder do Vaticano continua a porfiar no apelo ao diálogo e na crítica aos cúmplices, sempre de mãos postas na cobardia da mentira e das meias palavras.

O presidente da República, António José Seguro, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, e o cardeal D. Rui Valério não podem continuar a refugiar-se nas generalidades, enquanto as armas ofensivas fluem pela base das Lajes.

À beira do precipício, as posições do Estado português e da Conferência Episcopal são afrontas aos católicos portugueses.

Falta a condenação expressa de Israel, dos Estados Unidos da América e da política externa portuguesa que objectivamente serve a guerra e a desumanidade.

À medida da subida do preço dos combustíveis, entre outros efeitos devastadores da guerra, os cidadãos vão recordar quem tolerou o arbítrio e o genocídio.

O ataque ilegal e injustificado contra o Irão merece uma resposta universal, a exemplo daquela dada financeiramente pela Dinamarca ao último delírio norte-americano de invasão da Gronelândia – “Sell America”.

Só a corrupção de Estado pode continuar a adiar o vergar da 27ª economia (Israel) e do maior devedor mundial (EUA).

Afinal, o dinheiro foi sempre a única moeda de troca reconhecida entre assassinos.

segunda-feira, 30 de março de 2026

O CLAMOR DE LEÃO XIV



As últimas intervenções do Papa Leão XIV têm abalado cidadãos e chancelarias.

Não pode haver meias palavras para sentenciar quem decide a destruição e o genocídio.

Os nunca vistos termos firmes e duros do líder do Vaticano atingem em cheio governantes, independentemente da força dos seus exércitos.

Quem se esconde de inequivocamente condenar o uso arbitrário das armas para assassinar crianças, idosos, homens e mulheres, e depois critica a violação da liberdade religiosa, não merece tolerância nem respeito.

A duplicidade de critérios é tal que até os ambientalistas estão conformados com os desastres ambientais na Ucrânia, em Gaza, no Líbano, no Irão e nos países do Golfo Pérsico, cujos efeitos perdurarão durante décadas.

Nunca o líder dos católicos esteve tão perto dos mais fracos e chacinados, falando sem tibiezas, apesar de outros silêncios monstruosos.

Nunca a União Europeia esteve tão atolada na carnificina gratuita, ensaiando agora um inflamado protesto pela pena de morte depois de pactuar sistemática e indecorosamente com Israel.

Nunca um governo nacional colocou Portugal numa tal posição de infame vassalagem política, dando luz verde aos senhores da guerra.

Não há tecnicidade nem tratado bilateral que possa violar o direito internacional, como institui a Constituição (artigos 7º e 8º), de acordo com a Convenção de Viena (artigos 52º, 53º e 64º), que Portugal assinou em 1969.

A farsa está à vista: a manter-se a situação pária, está esgotado o estado de graça de António José Seguro 50 dias depois da eleição como 21º presidente da República.

segunda-feira, 23 de março de 2026

24 DIAS DEPOIS DO ATAQUE ILEGAL CONTRA O IRÃO



O tempo passa, mas as guerras ilegítimas continuam a deixar rastos de mortes e de destruição que afundam a civilização.

A brutalidade das guerras ilegais está amplamente documentada no estudo “Costs of War Project” (Watson Institute, Universidade Brown, EUA).

A última actualização estima entre 4,5 e 4,7 milhões de mortes no Iraque, Afeganistão, Paquistão, Síria, Iémen, Somália e Líbia.

Só a invasão e a agressão ao Iraque, de acordo com outro estudo publicado na revista Lancet (2006), regista mais de 1 milhão de mortes (655 mil mortes em excesso entre Março de 2003 e Julho de 2006 e 601 mil por violência directa).

Os russos fazem parte da tragédia impune, com a invasão e a agressão na Ucrânia: mais de 15 mil civis ucranianos mortos e cerca de 2 milhões de baixas militares de ambos os lados, de acordo com fontes das Nações Unidas.

O auge da matança continua em curso com o genocídio em Gaza perpetrado por Israel: 75.200 mortes de palestinianos só até Janeiro de 2025 (“Gaza Mortality Survey”), de 18 de Fevereiro de 2026).

Eis o retrato pavoroso das guerras ilegais nos últimos 25 anos, sem contar com outros efeitos devastadoras de sanções económicas e as mortes e a destruição 24 dias depois do ataque injustificado contra o Irão.

As linhas vermelhas continuam a ser ultrapassadas, numa vertiginosa escalada que ninguém consegue adivinhar onde vai parar.

Portugal esteve sempre vergonhosamente do lado errado, sempre cúmplice dos maiores criminosos do último quarto do século, à excepção da Ucrânia.

 

segunda-feira, 16 de março de 2026

CUMPLICIDADES CRIMINOSAS CUSTAM CARO


Pactuar com a violação dos mais elementares princípios civilizacionais tem resultado numa deriva perigosa.

Varrer para debaixo do tapete a guerra, as invasões, os danos colaterais (assassinato de civis) e a corrupção de Estado tem dado origem a abusos inomináveis.

Os exemplos sucedem-se, sendo o último o bombardeamento norte-americano à escola Minab, em Teerão, no Irão, matando 110 raparigas.

A comunidade internacional assiste, com mais ou menos declaração, apesar das sondagens nos Estados Unidos da América e na Europa revelarem a oposição dos cidadãos a nova invasão e agressão hediondas.

A vertigem é tal que a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, até já faz inflexões sobre o respeito dos princípios da Carta da Nações Unidas.

De facto, a actual lei do mais forte em termos internacionais não pode ser dissociada da falência dos Media, do poder judicial e do consequente esmagamento dos direitos individuais em cada um dos países.

Portugal continua a viver momentos históricos: Luís Montenegro, PM, está sob investigação policial, agora por causa da casa de Espinho; Marcelo Rebelo de Sousa, ex-presidente, a braços com o inquérito criminal por causa do escândalo das gémeas.

Assim, não admira que a União Europeia conviva bem com António Costa, na presidência do Conselho Europeu, apesar do caso dos 75 mil dólares magistralmente recordado por Mário Crespo na CNN Portugal.

Donald Trump, Benjamin Netanyahu e Vladimir Putin, entre outros, não são frutos do acaso, mas sim produtos de anos e anos de omissões e negociatas.

Os custos devastadores das actuais cumplicidades criminosas, aliás sintetizadas no escândalo Epstein, estão mesmo à nossa frente.

segunda-feira, 9 de março de 2026

SOU LIVRE


A declaração de António José Seguro, a 12 de Novembro de 2025 – «É preciso parar de fingir e é preciso passar das palavras aos actos e encontrar soluções» – , é a bússola anunciada para o mandato do 21º presidente da República.

A coesão social, o combate à corrupção e a paz surgem como bandeiras de uma mudança tranquila, princípios com vista a estancar a desconfiança dos portugueses nos órgãos de soberania e regime democrático.

É um desafio de monta, cujo sucesso apenas depende do exclusivo exercício de funções com verdade e com transparência, mais ao serviço dos cidadãos do que a qualquer outro interesse de Estado opaco e difuso.

No discurso de tomada de posse, de cerca de 23 minutos, o presidente da República, António José Seguro, afiançou: «Sou livre! A minha liberdade é a garantia da minha independência como presidente da República».

A palavra da Presidência da República precisa de passar a ter credibilidade e respeitabilidade, sem medos, omissões, abusos de poder, nódoas e exibicionismos em nome de uma proximidade apenas na forma.

segunda-feira, 2 de março de 2026

CAÍRAM AS MÁSCARAS



Os ataques ilegais ao Irão, conduzidos pelos Estados Unidos da América e Israel, permitiram uma clarificação definitiva da nova ordem internacional assente numa paz global a qualquer custo.

Caiu a mascara a Donald Trump, passado um ano e um mês da sua reeleição, tendo em conta a flagrante quebra da promessa de dar prioridade aos norte-americanos (America First).

De igual forma, o primeiro-ministro de Israel confirma a iniciativa de mais uma campanha militar brutal ao arrepio do direito internacional.

Caiu a máscara a Benjamin Netanyahu, depois de negar o genocídio em Gaza e a reinstalação do faroeste na Cisjordânia, mentiras ao serviço de um objectivo hegemónico.

Quatro dias depois do início de mais uma guerra no Médio Oriente, o desnorte dos 27 corrobora a falência política e geoestratégica da União Europeia.

Também caiu a máscara a Ursula von der Leyen, Friedrich Merz e Keir Starmer, entre outros, com a extravagância de condenarem a resposta militar do país agredido de uma forma politicamente irresponsável.

Portugal autoriza novamente o baile indecoroso de aeronaves norte-americanas na base das Lajes, indignando e envergonhando muitos portugueses por cá e em todo o Mundo, ultrapassando os demais aliados de Trump e Netanyahu.

Finalmente, caiu a máscara a Paulo Rangel, Luís Montenegro e Marcelo Rebelo de Sousa, agora condenados a terem de assumir claramente o apoio aos agressores, depois de nos últimos meses tentarem disfarçar a cumplicidade com a matança na Palestina.

Caíram as máscaras aos líderes mundiais e demais afins, mas permanece ainda a incógnita: os actuais métodos de regulação de tensões e conflitos internacionais podem alcançar o que o multilateralismo assente na corrupção e a diplomacia bafienta não conseguiram durante décadas?

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

RAPOSA OU CORDEIRO?


Reconhecido pelos seus pares, o ex-director nacional da Policia Judiciária foi um dos últimos exemplos visíveis de credibilidade nas instituições.

A transferência directa do topo da Polícia Judiciária para o Executivo mais parece uma qualquer fulgurante contratação de última hora do mundo do futebol, onde tudo se joga nos bastidores.

Na época das portas giratórias, o tempo político é agora marcado pela queda de um polícia incensado e a ascensão de um anjo governamental.

Luís Neves na Administração Interna parece um trunfo político para Luís Montenegro, até pode ser a garantia da reforma da protecção civil e, mais importante, fazer justiça nas condições salariais das polícias, mas também é mais um golpe calamitoso na separação das águas.

Seja qual for a natureza do apelo confessado por Luís Neves, já do outro lado da barricada, em nome do benefício da dúvida só o tempo dará a resposta que falta: raposa ou cordeiro?

Os ucranianos também não escapam a esta tentativa insana, sempre falhada, de misturar a água e o azeite.

Quatro anos depois da invasão russa, o falhanço europeu – de Boris Johnson a Ursula von der Leyen –, deixa ainda mais evidente o desnorte dos 27, encurralados no seu próprio labirinto de pragmatismo selvagem.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

DENTRO E FORA DAS QUATRO LINHAS


Pep Guardiola surpreendeu tudo e todos ao tomar posição sobre o genocídio dos palestinianos, comprovando que o futebol britânico é muito mais do que a bola a rolar e os milhões.

A veemência cristalina da condenação de Israel, bem como da cumplicidade da comunidade internacional, captaram a atenção de todos os Media internacionais de referência.

O treinador do Manchester City abalou as consciências do futebol europeu, vincando ainda mais a promiscuidade das autoridades da UEFA e o embaraço do próprio primeiro-ministro Keir Starmer.

A dimensão do futebol britânico também ficou assinalada por outras declarações desassombradas sobre a imigração de Jim Ratcliffe, o patrão do Manchester United.

Em Portugal, o debate no futebol está tragicamente cingido aos pequenos truques de André Villas-Boas, magistralmente rotulados por Joaquim Rita.

O constante panegírico de Cristiano Ronaldo, rendido aos milhões do ditador da Arábia Saudita, suspeito de mandar assassinar o jornalista Jamal Khashoggi, é a cereja em cima do bolo da pequenez dos agentes desportivos nacionais.

O pulsar da cidadania favorece a grandiosidade do desporto-rei, dentro e fora das quatro linhas, corroborando a gritante diferença entre o futebol britânico e português.

Aliás, não é certamente por acaso que Portugal mantém a prossecução de uma política externa rasteira, sob a liderança de Paulo Rangel, Luís Montenegro e Marcelo Rebelo de Sousa, com o Ámen da União Europeia.






segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

MUDANÇA EM MARCHA



Hoje, na bica da manhã, a esperança sente-se, respira-se, confirmando as expectativas que brilham nos olhos de cada um.

Há mais de 11 anos que António José Seguro se havia afastado dos bastidores do poder e da militância activa no Partido Socialista.

O próximo presidente da República veio da sociedade civil, tendo obtido uma votação histórica.

As suas primeiras palavras, como presidente eleito, foram de exigência em relação ao Estado, a garantia de que as vítimas das últimas tempestades não estão sozinhas.

Por sua vez, André Ventura, o derrotado, com mais de 1,7 milhões de votos, lança mais um aviso de que está ainda mais perto do poder.

Um e outro, cada um à sua maneira, obtiveram o prémio de terem combatido de frente o que continua mal há décadas no país.

Os resultados das eleições presidenciais constituem o último aviso dos portugueses a uma casta que continua a exibir impunemente a indiferença em relação aos estrangulamentos do país e ao dia-a-dia de sofrimento dos cidadãos.

É a derrota de quem tem dominado nos últimos 50 anos, antecipando que a mudança está cada vez mais perto, restando apenas saber se será levada a cabo pelos moderados ou pelos radicais.

O regime democrático pode ser mais, muito mais, do que o sistema caduco, corrupto e em colapso que continua a pactuar com o caos no SNS, a balbúrdia na escola, a falta de habitação e a justiça pomposa digna do terceiro mundo.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

NÃO HÁ BOA E MÁ DESINFORMAÇÃO


Cinco dias depois da passagem da depressão “Kristin”, e de muitas críticas, Luís Montenegro prometeu um pacote de apoios no valor de 2,5 mil milhões de euros para famílias, empresas e recuperação de infra-estruturas.

André Ventura reagiu: «Estes apoios do Governo são constrangedores. Para as estruturas políticas dão-se milhões, para as pessoas e para as famílias dão-se tostões. €537 de apoio por pessoa? Por amor de Deus, ganhem vergonha!».

Por sua vez, António José Seguro também clamou: «As medidas vão na direcção certa. O que é importante é que cheguem o mais rapidamente. Nós conhecemos a tradicional burocracia do Estado».

As reacções dos candidatos presidenciais vincam diferenças, mas indiciam a certeza pavorosa: os apoios registam em média atrasos nos pagamentos que variam entre 12 e 18 meses, com base nos casos “Leslie” (2018), “Elsa” (2019) e “Martinho” (2025).

As declarações em pose de Estado caracterizam uma parte da farsa bem à portuguesa que perdura há muitos anos, com a cumplicidade dos Media, sempre focados no “boneco” e indiferentes ao dia-a-dia dos cidadãos.

Resta a pedrada no charco lançada por Álvaro Mendonça e Moura, presidente da CAP, em entrevista à SIC Notícias, a 28 de Janeiro: «Muitos prejuízos causados pela tempestade “Martinho”, no ano passado, continuam por compensar».

A dissonância entre a “bolha” mediática e a realidade vivida pelos portugueses não se cinge aos apoios depois das tempestades, basta atentar ao caos no SNS, tribunais, escolas, habitação, etc.

A ausência de escrutínio também é outra tragédia, a qual explica a falta de confiança no regime democrático e a devastadora crise nos órgãos de comunicação social tradicionais.

Não há boa e má desinformação, venha ela de onde vier.







segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

PRESIDENCIAIS: DIGNIDADE E HUMANISMO

 

O governo inicia e gere o dia-a-dia da política externa (negociações, acordos, implementação), enquanto o presidente da República aprova, representa e supervisiona, garantindo os princípios constitucionais.

Os dois candidatos presidenciais não podem ficar escondidos, tal como o têm feito Paulo Rangel, Luís Montenegro e Marcelo Rebelo de Sousa, com a cumplicidade generalizada dos Media.

António José Seguro e André Ventura têm de dizer ao que vêm: é para manter a política externa que tem envergonhado Portugal?

Face à duplicidade de critérios em relação à tensão que está a assolar as relações internacionais – Irão, Gronelândia, Palestina e Ucrânia, entre outros –, ambos os candidatos devem ser claros.

António José Seguro não pode arriscar qualquer confusão com as posições bárbaras e belicistas já assumidas por André Ventura, pois seria um trágico convite a abstenção da esquerda e da direita que se identificam com os valores universais.

O escrutínio de cada candidato, antes de 8 de Fevereiro, é também fundamental para afastar qualquer possibilidade de ocorrer em Portugal o que se está a passar do outro lado do Atlântico.

É preciso recordar que o posicionamento musculado anunciado por Donald Trump, por exemplo na imigração, derrapou na matança levada a cabo pelo ICE (Immigration and Customs Enforcement) nos Estados Unidos da América.

No tempo das armas e do dinheiro, o exemplo de Espanha, mesmo aqui ao lado, pode ser inspirador para renovar o posicionamento de Portugal no Mundo.

Para miséria já chega o que se passa cá dentro – caos no SNS, alunos sem professores, justiça de terceiro mundo, etc. – não havendo interesse nacional a nível externo que justifique a perda do que ainda resta aos portugueses: dignidade e humanismo.

O próximo presidente da República não pode arriscar o mesmo vexame infligido à presidente da Comissão Europeia, durante uma conferência de imprensa em Bruxelas, a 17/04/2024: “You are a criminal Ms. Von der Leyen. You should be at The Hague”.