O debate sobre o acordo entre a União Europeia e Israel continua a marcar a actualidade.
Mais de dois anos após o início do genocídio em Gaza, e em plena matança no Líbano, a reunião de ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia, amanhã (21), vai ter de enfrentar o elefante na sala.
Depois de pedir a suspensão do tratado de associação, em Fevereiro de 2024, Espanha quer o rompimento do acordo, acusando Benjamin Netanyahu de violar o direito internacional e os direitos humanos.
«Aquele governo que viola o direito internacional não pode ser parceiro da União Europeia», afirma Pedro Sánchez.
Neste contexto nada se sabe sobre qual é a posição oficial de Portugal, porventura por se levantarem interesses difusos e inconfessáveis.
Os deputados já se pronunciaram há quase um ano sobre a suspensão da parceria (11 de Julho 2025), não tendo sido chamados agora a avaliar a ruptura que está em cima da mesa.
Nem Luís Montenegro nem António José Seguro informaram os portugueses sobre quais as instruções dadas a Paulo Rangel, nem uma palavra expressa de condenação, apenas o silêncio.
A mesma atitude tem sido levada a cabo em relação aos Estados Unidos da América depois do ataque ilegal ao Irão.
Não escasseia acordo entre o primeiro-ministro
e o presidente da República, o que falta é respeitar Constituição da República,
o direito internacional e os direitos humanos.
Portugal mantém a cumplicidade politicamente criminosa
com os regimes párias de Israel e dos Estados Unidos da América nas costas dos portugueses.

.jpg)












.jpg)







