As intervenções do Papa Leão XIV e de representantes da cúpula da Igreja, incluindo os norte-americanos, conferem ao Vaticano a liderança mundial pela paz.
Os cardeais Robert McElroy, Pietro Parolin, Pierbattista Pizzaball e Paul Coakley (presidente da Conferência dos bispos dos Estados Unidos da América) são alguns dos exemplos mais proeminentes.
A intervenção tem sido firme, com uma assertividade pouco habitual, que traduz a gravidade da conjuntura, tendo já provocado uma reacção desesperada de Donald Trump.
A Vigília pela Paz, presidida pelo Papa Leão XIV, no passado dia 11 de Abril, na Basílica de São Pedro, em Roma, representou um apelo inequívoco aos católicos.
Não basta rezar, é preciso agir, concluíram, num gesto que traduz o imperativo inalienável da dimensão humana e social.
A Igreja portuguesa continua vergada a uma política externa pequenina, rasteira e canina, mais preocupada com os seus assuntos de Estado do que estar inequivocamente ao lado da paz mundial.
À excepção de Pedro Sánchez, os líderes europeus afundam no pântano da ilegalidade, do genocídio e da matança no Médio Oriente, numa cumplicidade abjecta com Israel e os Estados Unidos da América.
A União Europeia, liderada por Ursula Von der Leyen, é um espectro assustador que não está à altura da vitória esmagadora de Péter Magyar, na Hungria.
Não
há liberdade na Europa, enquanto os negócios de Estado estão objectivamente do
lado das armas, dos facínoras e da guerra.

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