A invasão da Venezuela e o rapto de Nicolás Maduro não foram ilegalidades para repor a legalidade, pois os corruptos e cabecilhas do tráfico de droga que estiveram ao lado do sucessor de Hugo Chávez continuam no poder na Venezuela.
Consumado o golpe, à boa maneira do faroeste norte-americano, e materializada a decapitação pela força do regime venezuelano, afinal tudo está na mesma.
Nem uma réstia de cultura democrática foi cumprida, pois Edmundo González Urrutia e María Corina Machado já foram afastados.
O que resta?
A resposta feroz da China e da Rússia, reacções que marcam o início de 2026, um ano de todos os perigos.
A tensão crescente na base de apoio de Donald Trump, com os Republicanos e o movimento MAGA cada vez mais divididos.
Finalmente, a encolhida reacção da União Europeia e o vergonhoso branqueamento de Paulo Rangel, aliás acompanhado por Luís Montenegro e Marcelo Rebelo de Sousa.
As declarações críticas da esmagadora maioria dos candidatos presidenciais, incluindo Luís Marques Mendes, são esclarecedoras, e dizem tudo sobre a actual política externa rasteira de Portugal.
A cartilha do marketing político toma as rédeas da situação: se a economia está mal, então fala dos sucessos das finanças; se há um problema incontornável, fala da paz e faz a guerra.
Não admira que os analistas políticos norte-americanos estejam a denunciar mais uma manobra de diversão para abafar o escândalo Epstein.
O que se segue nos Estados Unidos da América: um atentado à bomba, mais um gigantesco incêndio, agora nas sedes do Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) e do FBI?

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