Os ataques ilegais ao Irão, conduzidos pelos Estados Unidos da América e Israel, permitiram uma clarificação definitiva da nova ordem internacional assente numa paz global a qualquer custo.
Caiu a mascara a Donald Trump, passado um ano e um mês da sua reeleição, tendo em conta a flagrante quebra da promessa de dar prioridade aos norte-americanos (America First).
De igual forma, o primeiro-ministro de Israel confirma a iniciativa de mais uma campanha militar brutal ao arrepio do direito internacional.
Caiu a máscara a Benjamin Netanyahu, depois de negar o genocídio em Gaza e a reinstalação do faroeste na Cisjordânia, mentiras ao serviço de um objectivo hegemónico.
Quatro dias depois do início de mais uma guerra no Médio Oriente, o desnorte dos 27 corrobora a falência política e geoestratégica da União Europeia.
Também caiu a máscara a Ursula von der Leyen, Friedrich Merz e Keir Starmer, entre outros, com a extravagância de condenarem a resposta militar do país agredido de uma forma politicamente irresponsável.
Portugal autoriza novamente o baile indecoroso de aeronaves norte-americanas na base das Lajes, indignando e envergonhando muitos portugueses por cá e em todo o Mundo, ultrapassando os demais aliados de Trump e Netanyahu.
Finalmente, caiu a máscara a Paulo Rangel, Luís Montenegro e Marcelo Rebelo de Sousa, agora condenados a terem de assumir claramente o apoio aos agressores, depois de nos últimos meses tentarem disfarçar a cumplicidade com a matança na Palestina.
Caíram as máscaras aos líderes mundiais e demais afins, mas permanece ainda a incógnita: os actuais métodos de regulação de tensões e conflitos internacionais podem alcançar o que o multilateralismo assente na corrupção e a diplomacia bafienta não conseguiram durante décadas?

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