O tempo passa, mas as guerras ilegítimas continuam a deixar rastos de mortes e de destruição que afundam a civilização.
A brutalidade das guerras ilegais está amplamente documentada no estudo “Costs of War Project” (Watson Institute, Universidade Brown, EUA).
A última actualização estima entre 4,5 e 4,7 milhões de mortes no Iraque, Afeganistão, Paquistão, Síria, Iémen, Somália e Líbia.
Só a invasão e a agressão ao Iraque, de acordo com outro estudo publicado na revista Lancet (2006), regista mais de 1 milhão de mortes (655 mil mortes em excesso entre Março de 2003 e Julho de 2006 e 601 mil por violência directa).
Os russos fazem parte da tragédia impune, com a invasão e a agressão na Ucrânia: mais de 15 mil civis ucranianos mortos e cerca de 2 milhões de baixas militares de ambos os lados, de acordo com fontes das Nações Unidas.
O auge da matança continua em curso com o genocídio em Gaza perpetrado por Israel: 75.200 mortes de palestinianos só até Janeiro de 2025 (“Gaza Mortality Survey”), de 18 de Fevereiro de 2026).
Eis o retrato pavoroso das guerras ilegais nos últimos 25 anos, sem contar com outros efeitos devastadoras de sanções económicas e as mortes e a destruição 24 dias depois do ataque injustificado contra o Irão.
As linhas vermelhas continuam a ser ultrapassadas, numa vertiginosa escalada que ninguém consegue adivinhar onde vai parar.
Portugal esteve sempre vergonhosamente do lado errado, sempre cúmplice dos maiores criminosos do último quarto do século, à excepção da Ucrânia.

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